Saúde sexual feminina

Sexo é saúde, e saúde também é sexo.


Disfunção sexual refere-se à dificuldade sentida por uma pessoa ou casal durante qualquer estágio da atividade sexual, incluindo desejo, excitação ou orgasmo. Distúrbios sexuais são usualmente diagnosticados quando são parte importante das alterações da sexualidade de um indivíduo.

Muitas mulheres desconhecem que a disfunção sexual feminina está associada a falta de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, lubrificação insuficiente, incapacidade de atingir o orgasmo, dor durante a atividade sexual ou dor durante a penetração. Sem saber o motivo elas se culpam por não conseguir sentir prazer durante a relação com o parceiro, sentem vergonha e não procuram ajuda. E como se não bastasse, as pressões no trabalho, trânsito, cansaço pode fazer com que o sexo não seja realmente aproveitado.

A massagem tântrica busca refinar a sensibilidade, no intuito de expandir e intensificar a sensação orgástica, encadeando diversos agrupamentos musculares na reação bioelétrica do corpo. Trata-se de um trabalho resolutivo e transformador na sexualidade feminina, atuando diretamente na cura de diversas disfunções. A energia quando movimentada (a energia sexual) atua diretamente na percepção, na habilidade criativa, sensação de plenitude, autoestima, satisfação e empoderamento feminino.

Já na primeira sessão Tântrica, os efeitos são visíveis: a mulher sente-se mais bonita, poderosa, com disposição, bom humor, amorosidade, alegria e vitalidade.

Por que isso? Por que o orgasmo é o mais puro estado de consciência, e quanto mais intensa for a movimentação energética associada, mais poderoso será este mergulho em direção ao seu real ser.​

Despertar a libido, equilibrá-la e distribuí-la pelo corpo para que, com isso, novas sensações sejam despertadas, o prazer seja potencializado, a sensibilidade aumente e possa aproveitar todos os benefícios que a terapia irá lhe proporcionar.

O orgasmo é uma excelente oportunidade de cura do corpo, das emoções e autoestima.

Causas:


Orgânicas: Doenças Vasculares; Diabete, Doenças Que Afetam O Sistema Nervoso Central e o Periférico; Níveis Hormonais; Álcool; Medicamentos; Tabagismo; Envelhecimento; Dores Crônicas e outros.

Psicossociais: Autoestima, Depressão; Estresse; Problemas Financeiros; Ameaça De Perda Do Emprego; Aspecto Da Atratividade Insatisfatório; Medo Do Desempenho; Antecipação Do Fracasso; Atitude Severa Dos Pais; Ameaça De Punição Por Falhas; Problemas De Relacionamento Do Casal; Fatores Culturais; Crendices E Mitos Sexuais; Experiências Passadas (Violências, Traumas); Comunicação Insatisfatória E Repertório Sexual Restrito.

As disfunções sexuais podem ser sinal de outras doenças, e dificuldades na cama levam à angústia, à frustração e até mesmo à depressão.

É preciso buscar ajuda profissional.

Algumas disfunções mais comuns nas mulheres:


VAGINISMO (contração involuntária)

VAGINISMO (contração involuntária)

Essa denominação é dada aos casos em que a mulher, involuntariamente, apresenta
uma contração muscular perivaginal espasmódica tão intensa que dificulta ou
impossibilita o coito, sendo as tentativas de penetração extremamente dolorosas. É
importante frisar que, para que, o vaginismo fique bem caracterizado, deve-se afastar
a existência de outros fatores causadores de dor à penetração, como processos
inflamatórios, por exemplo.

O vaginismo é altamente tratável e o processo não requer medicamentos, cirurgia,
hipnose ou qualquer outra técnica invasiva complexa.

Causas possíveis

Alterações genitais;

Lesões vaginais;

Herpes genital;

Ansiedade; Perturbação Obsessiva Compulsiva;

Medo acentuado de contrair doenças e/ou engravidar;

Educação e condicionamento cultural rígido e/ou negativo;

Experiências sexuais traumáticas;

Resposta a uma disfunção sexual no parceiro;

Problemas de identificação ou orientação sexual;

Dificuldades de comunicação no casal;

Conflitos conjugais;

DISPAREUNIA (Dor no sexo)

DISPAREUNIA (Dor no sexo)

O conceito de Dispareunia é o de dor ao coito, podendo incidir em ambos os sexos. É muito mais frequente no sexo feminino, onde deve ser diferenciada do vaginismo.
O diagnóstico diferencial nesses casos é habitualmente fácil, pois na Dispareunia não ocorre espasmo muscular perivaginal que caracteriza o vaginismo. O fator causal mais comum da Dispareunia é o orgânico, tanto em homens quanto em mulheres, embora em certas situações ela possa ser de origem emocional, como em casos de estupro, por exemplo. Embora se manifeste durante o coito, pode também surgir dor antes ou depois da atividade sexual. A diferenciação de certeza em vaginismo e Dispareunia só pode ser feita diante de exame ginecológico, o que é de grande importância para o planejamento do tratamento e prognóstico. Em mulheres, são mais frequentes as Dispareunia ocasionadas por processos inflamatórios e infecciosos da bexiga e da uretra (cistites e uretrites), da vulva (vulvites), da vagina (vaginites). Outras causas comuns são os traumas genitais e as alterações tróficas da vagina, como ocorrem por vezes em mulheres menopausas, com muito baixas taxas de estrogênios.

Causas possíveis

Infecções, Inflamações e Traumatismos;

Infecção urinária;

Hipersensibilidade da glande;

Alterações Hormonais da gravidez, pós-parto e menopausa;

Radioterapia;

Alergia aos espermicidas, preservativos e esperma;

Experiências sexuais traumáticas; Crenças negativas e conservadoras face
sexualidade;

Dificuldades no relacionamento conjugal;

Insatisfação marital;

ANORGASMIA (dificuldade ou ausência de orgasmos)

ANORGASMIA (dificuldade ou ausência de orgasmos)

As mulheres com anorgasmia têm uma grande dificuldade em atingir o êxtase,
podendo mesmo nunca o conseguir experimentar. E quando não o conseguem obter
de todo, é comum questionarem-se se são pessoas normais, imaginando-se as únicas
a quem o prazer de sentir um orgasmo foi interdito, ou pensar que o problema não
está nelas, culpando os parceiros de não terem capacidade de as excitar a esse
ponto.

É comum interferir com a imagem corporal da mulher, diminuindo a sua autoestima, e
causando mal-estar individual, bem como criar insatisfações e dificuldades conjugais.

Esta perturbação é uma queixa comum que afeta mulheres mais jovens, uma vez que
a capacidade de atingir o orgasmo tem tendência a aumentar e estabilizar com a
idade.

Causas possíveis

Alterações endócrinas;

Anomalias congénitas;

Infecções vaginais;

Problemas neurológicos: Esclerose Múltipla;

Problemas vasculares: Aneurisma; Artrite; Arteriosclerose;

Medicação;

Depressão;

Ansiedade;

Experiências sexuais traumáticas;

Sentimentos de inferioridade;

Problemas com a imagem corporal;

Educação e condicionamento cultural rígido e/ou negativo;

Conflito conjugal;

Dificuldades de comunicação no casal

Através do Método Deva Niskok foi desenvolvido uma metodologia, capaz de sentir as
áreas de menor reação e conduzir os estímulos de tal forma que sensibiliza as áreas
congeladas e neutras, restaurando a sensibilidade e os reflexos musculares. O corpo
responde com sinais fisiológicos que são identificados em atendimento.

Com movimentos cadenciados e reflexos, conseguimos ir “abrindo o caminho” para
que o percurso das informações sensoriais possa alcançar o cérebro e o centro de
decodificação do prazer. Em muitas mulheres, esse percurso é comprometido por
estruturas de crenças que afetam a qualidade das transmissões sensoriais e motoras,
responsáveis pela nossa percepção e pela produção de material orgânico em
resposta aos estímulos.

No orgasmo, os principais componentes orgânicos são os hormônios.

Sem a produção e a intensificação dos hormônios, não há prazer, e tão pouco as
respostas sexuais necessárias para produzir a experiência de orgasmo.

A terapia atua na produção hormonal adequada, na ativação das vinculações
neuronais que restauram o bom funcionamento de músculos e glândulas associadas
ao prazer sexual.

AVERSÃO SEXUAL

AVERSÃO SEXUAL



Quando o contato sexual se revela um autêntico filme de terror! As mulheres com este problema, consideram a prática sexual uma atividade repugnante. Qualquer contato genital com um parceiro é intolerável, horroroso e repulsivo, causando intenso medo e ansiedade, e exigindo ser evitado a todo o custo. Esta aversão ao contato genital pode ser dirigida a aspectos particulares da experiência sexual, como abusos, traumas, bloqueios, até mesmo o cheiro do(a) parceiro(a) e suas secreções corporais são suficientes para que seja evitado o sexo. Nos casos mais acentuados, acontecem ataques de pânico, náuseas, tonturas, dificuldades em respirar, palpitações ou até desmaios. E é uma perturbação que causa grandes dificuldades no relacionamento interpessoal e acentuado mal-estar individual.


A terapia sexual atua diretamente no tratamento das disfunções sexuais.

É importante que a mulher passe por avaliação médica, onde sejam investigadas possíveis causas orgânicas.

A sexualidade está diretamente ligada ao prazer à vida e deve ser tratada com muita atenção.

Estimular a confiança, resgatar a autoestima, conhecer melhor o(a) parceiro(a), descobrir como aumentar o desempenho sexual, incentivar o autoconhecimento e individualidade de ambos. Reconhecer as carências, inseguranças, medos, bloqueios, podendo trabalhar com mais objetividade.

“A saúde sexual é um estado de completo bem-estar físico, emocional, mental associado à sexualidade”

O Tantra leva naturalmente a uma mudança nesse quadro, pois nele o mais importante é "criar relações saudáveis fundamentadas no toque, na intimidade, na confiança, no respeito, na troca afetiva e sensorial consistente e positiva, capaz de resgatar o direito à vida, à realização, à felicidade verdadeira". O que importa para o Tantra é a interação, a cumplicidade, o carinho, o desenvolvimento da sensibilidade, do amor genuíno e despretensioso. A massagem tântrica pode ser uma ótima opção a fim de se evitar medidas mais invasivas como uma cirurgia. Se você já teve algum problema com sua ereção, ou apenas quer descobrir novas maneiras de interpretar sua sexualidade, experimente a terapia e os benefícios que ela traz para o corpo e para a mente.